sábado, 10 de janeiro de 2015

PASSEIO DE ELEFANTE

Avessos a poesia andam todos aqueles que sabem de cor os caminhos.
Avulsos ou soltos, precisamos SER para entender a feitura desse pão.
Pão e poesia.
Assim como toda a cabeça pensa com o estomago...

Assim como o elefante não cessa da busca da marulla.
Festa e queima de fogos.
Esquecimento e sentido.

Iremos,ora pois, andar como quem voa...a comer
tudo que é posto no campo
inclusive o que apanha e colhe.

Andrea Dora,05-01-2015


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